
Sermão proferido por ocasião da ordenação sacerdotal do Irmão Marie-Thomas, O.P., e do Diácono Anthony Zarov, SAJM.
Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Amém.
Caríssimos reverendos padres, caros padres, caros irmãos, vós, queridos amigos, que, dentro de instantes, vos tornareis sacerdotes de Nosso Senhor Jesus Cristo para a eternidade.
É uma alegria para nós reunirmo-nos aqui nesta cerimônia, que nos prova que a Igreja Católica continua. Vós, que chegastes a este dia, o mais importante de vossa vida, deveis isso, antes de tudo, ao amor e à misericórdia do Sagrado Coração, que quis fazer de vós os seus sacerdotes. Deveis isso também aos vossos queridos pais, pela educação que vos deram, e aos sacerdotes que fizeram de vós verdadeiros cristãos.
Do alto do Céu, o querido Padre Fleury deve estar muito feliz ao ver seu antigo coroinha chegar àquilo que tanto esperava. É também graças à formação e às orações dos bons padres de Avrillé que um novo sacerdote virá juntar-se à comunidade.
Sim, a Igreja Católica continua.
Com efeito, esta cerimônia de ordenação é absolutamente idêntica àquela que eu admirava quando era criança na Escola Santa Joana d’Arc, numa época em que tínhamos um grande Papa, Pio XII, fiel a todos os seus predecessores no trono de São Pedro. Tudo isso nos parecia perfeitamente normal; éramos felizes por sermos católicos.
E, no entanto, não sabíamos.
Não sabíamos o que nos esperava: aquela terrível tempestade, o Concílio Vaticano II e tudo o que dele se seguiu.
Os sacerdotes que me ensinavam o catecismo diziam-me: “Se queres chegar ao Céu, não mudes de religião.”
Pois bem, graças a eles conservei a fé: a fé dos antigos dias, a fé de nossos antepassados, de todos os santos e de todos os Papas ao longo de dois mil anos.
Tudo aquilo que aqueles sacerdotes faziam, eu o faço ainda hoje, setenta e cinco anos depois: a batina, a Missa, o Breviário, o mesmo catecismo. Mas hoje tudo isso é proibido.
Ao ouvi-los, poder-se-ia acreditar que todas as nossas avós eram perigosas “integristas”, quando, na realidade, a nossa religião católica é exatamente aquela que elas nos ensinaram.
E é precisamente essa religião católica que nos vale todos os epítetos de que hoje somos alvo: integristas, saudosistas, rebeldes…
A crise atual da Igreja assemelha-se muito à contaminação universal produzida pela heresia ariana no século IV. São Jerônimo, Doutor da Igreja, declarou:
“Um belo dia, a Igreja inteira despertou ariana.”
Na crise ariana, a imensa maioria dos bispos e dos sacerdotes foi contaminada pela heresia. O próprio Papa Libério chegou a excomungar Santo Atanásio, bispo que não hesitou em sagrar bispos sem autorização pontifícia para as dioceses cujos titulares haviam aderido à heresia.
Do mesmo modo, a história da Igreja terminará com uma apostasia universal anunciada por Nosso Senhor Jesus Cristo, que profetizou:
“Quando o Filho do Homem vier, encontrará ainda a fé sobre a terra?”
Isto é, encontrará alguém que tenha permanecido fiel a todas as verdades do Evangelho?
Hoje, muitíssimos cristãos já não acreditam no inferno, no purgatório, na presença real de Nosso Senhor na Eucaristia e em tantas outras verdades da fé. Tornaram-se, em maior ou menor grau, protestantes sem sequer perceberem isso.
Basta observar, por exemplo, a maneira como recebem a Sagrada Comunhão: comungam sem jamais se confessarem, tal como os protestantes, etc.
Hoje, Roma chega até mesmo a abençoar uniões homossexuais, difundindo a ideia segundo a qual o amor mútuo entre essas pessoas provém de Deus. É a lógica introduzida pela Encíclica Amoris Laetitia (“A Alegria do Amor”) e confirmada pelos documentos mais recentes do Cardeal Prefeito do Dicastério para a Doutrina da Fé, que anuncia, ao mesmo tempo, a suposta excomunhão dos tradicionalistas por ocasião das próximas sagrações episcopais.
Para inaugurar a “nova grande Igreja ecumênica”, isto é, para integrar, numa primeira etapa, a Igreja Ortodoxa cismática e a Igreja Anglicana, as autoridades romanas abandonaram o dogma do Filioque no Credo durante sua visita à Igreja Ortodoxa no Oriente.
Abandonam igualmente a doutrina da corredenção da Santíssima Virgem Maria para favorecer essa integração com o anglicanismo. Foi por isso que a mulher “Arcebispa” da Cantuária, chefe da Comunhão Anglicana, foi recebida com grande pompa pelo Papa na Basílica de São Pedro, em Roma, onde ela “abençoou” os bispos católicos.
Essas são as duas primeiras etapas da criação da “grande Igreja universal”, cuja futura união com todas as falsas religiões já nos foi antecipada pelos encontros de Assis.
Em nome, supostamente, da caridade, da humildade e da unidade, abandona-se a doutrina da fé.
Tudo isso é feito em nome da unidade do gênero humano, ideal tão caro à Maçonaria.
No entanto, durante o Concílio, um número considerável de bispos — aproximadamente um quarto do episcopado mundial — defendeu a Tradição diante das propostas dos bispos inovadores.
Em setembro de 1964, quinhentos e dez bispos assinaram uma petição pedindo a consagração do mundo ao Imaculado Coração de Maria. Outros quatrocentos e cinquenta e quatro solicitaram a condenação explícita do comunismo, condenação que acabou sendo vergonhosamente omitida.
Em 1998, Dom Salvador Lazo, que se havia unido a nós, dirigiu ao Papa — assim como fez recentemente Dom Carlo Maria Viganò, antigo núncio apostólico em Washington — uma solene profissão de fé, nos seguintes termos:
“O depósito da fé provém de Jesus Cristo. Estava completo e definitivamente encerrado com a morte do último Apóstolo. São Paulo ordena ao bispo Timóteo, seu discípulo: ‘Ó Timóteo, guarda fielmente o depósito da fé.’ Um depósito é aquilo que nos foi confiado; não é uma doutrina nova que alguém teria descoberto recentemente, por exemplo, em um concílio de natureza exclusivamente pastoral.”
As verdades que Nosso Senhor Jesus Cristo e a Igreja nos transmitiram de uma vez para sempre jamais podem ser abandonadas, nem mesmo por um sucessor de São Pedro, sob o pretexto de uma compreensão mais profunda ou de uma suposta adaptação às novas circunstâncias da sociedade moderna ou do chamado homem moderno (aggiornamento).
Durante o Concílio, pretendeu-se converter o mundo moderno não por meio de sua conversão a Cristo, mas aceitando os seus erros, batizando o progresso, a evolução, a falsa liberdade e os chamados “valores liberais”.
Quando ocorreram as sagrações episcopais de 1988, Dom Marcel Lefebvre declarou:
“Parece-me ouvir, meus caríssimos irmãos, a voz de todos aqueles Papas, desde Gregório XVI, Pio IX, Leão XIII, São Pio X, Bento XV, Pio XI até Pio XII, dizendo-nos:
‘Pelo amor de Deus, que fareis de nossos ensinamentos? Que fareis da fé católica? Ireis deixá-la desaparecer da face da terra? Por favor, continuai a guardar esse tesouro que vos transmitimos. Não abandoneis os fiéis. Não abandoneis a Igreja. Fazei continuar a Igreja.’
Porque, desde o Concílio Vaticano II, todos esses erros que nós, Papas, condenamos passaram a ser aceitos, adotados e professados pelas atuais autoridades romanas.
Como isso é possível?
Nós condenamos o liberalismo, o comunismo, o socialismo, o modernismo, os erros do Sillon, o falso ecumenismo, a liberdade religiosa, a sinodalidade e todas essas novidades. Tudo aquilo que condenamos passou, desde o Concílio, a ser ensinado, sustentado e promovido pelas próprias autoridades da Igreja.
Será isso possível?
Se não fizerdes alguma coisa para conservar essa Tradição da Igreja que vos transmitimos, tudo desaparecerá. A Igreja desaparecerá. As almas se perderão.
Então se cumprirá a profecia de Nosso Senhor:
‘Quando o Filho do Homem voltar, encontrará ainda a fé sobre a terra?'” (Lc 18,8).
Essas novidades, esse aggiornamento, essa transformação introduzida na doutrina de sempre, esse ecumenismo e todos os erros que dele decorrem contradizem frontalmente as palavras de Nosso Senhor:
“Quem crer será salvo; quem não crer será condenado.” (Mc 16,16).
“Aquele que não aceita o Filho também não aceita o Pai.” (1 Jo 2,23).
Esse ecumenismo, essa colegialidade, essa Igreja sinodal são coisas contrárias à fé da Igreja e estão destruindo a Igreja e a fé de um número imenso de almas.
Foi por isso que, ao sagrar aqueles quatro bispos, Dom Marcel Lefebvre nada mais fez do que obedecer a todos os Papas que haviam condenado esses erros.
Todos esses Papas, inclusive aqueles que governaram a Igreja depois mesmo da Revolução Francesa, são a voz do Bom Pastor, Nosso Senhor Jesus Cristo.
As ovelhas reconhecem nessa voz a doutrina do Bom Pastor, porque reconhecem a voz de Cristo transmitida, de geração em geração, por todos os sucessores de São Pedro durante dois mil anos, até a chegada desse Concílio pastoral e atípico.
Não podemos obedecer à autodestruição da Igreja promovida por sua própria hierarquia, segundo a célebre expressão do próprio Paulo VI.
Eu mesmo ouvi, pessoalmente, na Praça de São Pedro, em 29 de junho de 1972, o Papa Paulo VI declarar:
“As fumaças de Satanás penetraram na Igreja.”
Mas elas não penetraram apenas depois do Concílio. Entraram também por causa do Concílio.
São as fumaças de Satanás, os erros que entraram pelas janelas que o Concílio quis abrir para o mundo, sob o pretexto de deixar entrar um pouco de “ar fresco”.
Quando o pastor se transforma em lobo, Nosso Senhor já nos havia prevenido:
“Eu vos envio como ovelhas no meio de lobos” (Mt 10,16).
E também nos advertira contra os lobos vestidos com pele de ovelha, isto é, os falsos pastores, os maus pastores, infiéis à missão que receberam.
Quando o pastor se torna lobo, dizia Dom Guéranger, cabe então, antes de tudo, ao próprio rebanho defender-se.
Pois existem, no tesouro da Revelação, verdades essenciais que todo cristão deve conhecer e conservar. Essa conservação é uma obrigação moral, sob pena de perder a própria fé e, consequentemente, a salvação.
Dom Gagnon declarava:
“É falso afirmar que se deve obedecer sem protestar quando está em jogo a defesa da verdade católica.”
Nas seitas, os gurus procuram fazer com que seus discípulos esqueçam tudo aquilo que aprenderam desde a infância, todas as suas certezas. Querem-nos disponíveis, abertos e dóceis para lhes inculcar novas crenças.
Infelizmente, foi exatamente isso que aconteceu em numerosos seminários depois do Concílio.
Os livros escritos por antigos seminaristas e inúmeros testemunhos o demonstram.
Dizia-se aos jovens “Esquecei todos os vossos preconceitos. Esquecei toda a fé que vos ensinaram. Agora vos ensinaremos a nova pastoral, aquela que permitirá conquistar a juventude.”
Eis o resultado dessa nova pastoral: hoje, na França, não mais do que cerca de cinco por cento dos fiéis assistem à nova Missa aos domingos, e, em geral, pertencem às gerações mais idosas.
Quinze anos após o Concílio — e, sem dúvida, para adaptar as mentalidades ao Concílio, ou o Concílio às mentalidades — cento e vinte bispos da França publicaram um novo catecismo destinado à instrução religiosa de todas as crianças.
Tratava-se de Pierres Vivantes (“Pedras Vivas”), acompanhado dos novos itinerários catequéticos. Esses trabalhos foram elaborados durante dois anos por cento e vinte bispos, assinados individualmente por cada um deles e promulgados oficialmente, com a alegada aprovação de Roma.
Entretanto, São Paulo escreve aos Gálatas:
“Mas ainda que nós mesmos, ou um anjo vindo do céu, vos pregasse um Evangelho diferente daquele que vos temos anunciado, seja anátema” (Gl 1,8).
Pois foi precisamente isso que fizeram esses cento e vinte bispos da França.
Tal é o resultado da nova catequese implantada na França, uma catequese que chega a surpreender até mesmo os protestantes.
Já não há criação, mas apenas evolução.
Já não há pecado original.
Já não há alma.
Já não há anjos.
Já não há demônio.
Já não há inferno.
Já não há Céu.
Já não há certezas.
Já não há Maria Corredentora, concebida sem pecado.
Já não há presépio.
Já não há o Verbo Encarnado.
Já não há Trindade.
Já não há Redenção.
Já não há Sacrifício — e, sobretudo, já não há o Sacrifício da Missa.
Já não há Ascensão.
Já não há Evangelho.
Já não há a Igreja una, santa, católica e apostólica.
Em contrapartida, por toda parte se ensinam a evolução, o transformismo das espécies , etc…
Santa Joana d’Arc dizia ao bispo Cauchon: “Bispo, é por tua causa que eu morro.”
Foi esse bispo, apoiado pelos teólogos e por outros prelados, quem presidiu ao tribunal que condenou Santa Joana d’Arc como herege, cismática e rebelde.
Ela foi excomungada, assim como Santo Atanásio.
Mas certamente não aos olhos de Deus.
Hoje ela é canonizada.
Quanto a Santo Atanásio, sua estátua encontra-se na abside da Basílica de São Pedro, como um dos quatro Doutores da Igreja que sustentam simbolicamente o trono pontifício.
Depois de sua Ressurreição, Nosso Senhor Jesus Cristo disse aos Apóstolos: “Assim como o Pai me enviou, também Eu vos envio.” (Jo 20,21).
O Verbo Encarnado foi enviado para salvar as almas, entregando a própria vida por sua salvação.
O Bom Pastor dá a vida por suas ovelhas.
E não existe amor maior do que dar a vida por aqueles que se ama.
É exatamente isso que deve ser a vida do sacerdote: sacrificar-se, sacrificar tudo e, antes de tudo, sacrificar-se a si mesmo para salvar as almas.
O sacerdote está a serviço da Igreja.
Está a serviço das almas.
Mas, acima de tudo, está a serviço de Deus.
Nosso Senhor é Deus, e Deus é Amor infinito: Deus caritas est.
Foi por isso que o Verbo Encarnado, para convencer os homens do amor de Deus, manifestou-Se sob a figura do Sagrado Coração, cuja festa celebramos há poucos dias.
A vida do sacerdote, alter Christus, deve, portanto, assemelhar-se à vida do Sagrado Coração.
O Coração de Jesus, reflexo visível de toda a sua Pessoa, é um Coração traspassado.
Devemos contemplá-lo como transbordando de amor pelos homens, mas também como cruelmente ferido pela ingratidão deles, coberto de ultrajes e, por isso mesmo, digno não apenas de nosso amor, mas também de nossa compaixão e de nosso desejo de reparar as ofensas feitas contra Ele, conforme Ele próprio nos pediu.
Nosso Senhor já não sofre atualmente em sua humanidade gloriosa.
Entretanto, a Cruz possui um valor eterno.
Sobre a Cruz, Nosso Senhor oferecia um único Sacrifício válido para todos os séculos, pelos homens do passado e pelos homens do futuro.
Ele tinha diante de Si toda a história da humanidade.
Do mesmo modo, durante a agonia no Horto das Oliveiras, contemplou todos os pecados do mundo e sofreu imensamente ao vê-los.
É isso que explica a revelação do Sagrado Coração a Santa Margarida Maria Alacoque.
Seu Coração aparece trespassado, cercado por uma coroa de espinhos — símbolo de nossos pecados — e encimado pela Cruz.
E Nosso Senhor lhe diz:
“O que Me é ainda mais sensível é que são os corações que Me são consagrados — isto é, os sacerdotes — que, por sua ingratidão, por suas irreverências, por seus sacrilégios, por sua frieza e pelo desprezo que demonstram para Comigo neste Sacramento de Amor, mais Me fazem sofrer.”
Como não pensar em todos os escândalos litúrgicos que existem atualmente?
E também nas advertências proféticas de Nossa Senhora de La Salette, que fala com tanta clareza sobre o clero e sobre a decadência da Igreja?
Tal é, portanto, a missão do sacerdote: fazer conhecer e compartilhar o imenso amor do Filho de Deus, amor que O levou a entregar-Se à morte por nós e a dar-Se inteiramente a nós no Santíssimo Sacramento do altar.
A Eucaristia, unida à Paixão, constitui o testemunho mais eloquente do amor do Sagrado Coração pelos homens.
“Deus amou tanto o mundo que entregou o seu Filho unigênito” (Jo 3,16).
Ao assumir a natureza humana, Nosso Senhor deu a seus sacerdotes o exemplo perfeito de obediência ao maior dos mandamentos:
“Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu espírito e de todas as tuas forças; e amarás o teu próximo como a ti mesmo, por amor de Deus” (Mc 12,29–31).
Essa manifestação do amor do Sagrado Coração permitiu à Igreja vencer a heresia jansenista, que naquela época se havia espalhado amplamente.
A missão do sacerdote consiste, portanto, em levar os fiéis a participarem desse amor de Deus, desse amor por Nosso Senhor, e a desejarem imitar as suas virtudes.
Leão XIII dizia:
“O desejo mais ardente de nosso Salvador é ver crescer, entre os fiéis, o fogo do amor ao seu divino Coração. Aproximemo-nos, pois, d’Aquele que nada nos pede, em troca de sua caridade, senão a correspondência de nosso amor.”¹
O sacerdote deve comunicar aos fiéis sua própria fé no amor de Deus.
Credidimus caritati — “Nós cremos na caridade” — era o lema episcopal de Dom Marcel Lefebvre, e é precisamente isso que Nosso Senhor nos ensina na Cruz.
Nosso Senhor também nos diz: “Aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de coração” (Mt 11,29).
Essas são duas virtudes fundamentais para o sacerdote e para todo o seu apostolado.
Mas Ele disse igualmente: “Eu sou a Verdade” (Jo 14,6).
Consequentemente, que acordo pode existir entre Cristo, que é a Verdade, e Belial, pai da mentira?
Por isso, não pode haver acordo ecumênico, nem acordo prático, nem acordo doutrinal com o erro.
Que a Santíssima Virgem Maria nos obtenha a graça de conservar intacta a fé e de permanecer sempre fiéis.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.
¹ Leão XIII, citado por Jean-Baptiste Terrien, La Dévotion au Sacré-Cœur de Jésus, p. 180; reproduzido no Dictionnaire de Théologie Catholique, t. III (1908).






































